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ACONTECE NA ABMR&A |
| • Novos Associados 2010 |
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• ABMR&A define proposta de valor e estratégias para os próximos anos.
11/03/2010 - Publique Assessoria de Imprensa |
Workshop promovido
entre 05 e 06 de março
definiu o planejamento
estratégico da entidade
Entre os dias 05 e 06
de março, a ABMR&A,
Associação Brasileira de
Marketing Rural& Agronegócios, sob a
nova gestão do presidente
Maurício Mendes,
promoveu em Itu, SP,
o workshop ABMR&A/Sustentável. O encontro, voltado à diretoria da entidade e aos integrantes dos comitês de agências, de veículos e de produtos e serviços, teve como objetivo definir metas e estratégias para os próximos anos.
Na ocasião, foram apresentadas as mudanças do cenário do marketing no agronegócio e os entraves a serem superados. Após reflexão e discussão do grupo participante foram definidos os dois principais desafios da Associação: o de consolidar-se como uma referência, fonte de informação e conhecimento no marketing do agronegócio brasileiro e o de gerar valor perceptível para os seus associados.
Para fazer frente a esses desafios, o workshop também identificou oportunidades e ameaças e traçou a proposta de valor da entidade, calcada em quatro pilares:
1 - Criar sinergias e relacionamentos, no sentido de gerar oportunidades de negócios para os seus associados;
2 - Aglutinar, organizar, gerar e distribuir informações e conhecimento relativos ao marketing do agronegócio;
3 - Contribuir para o aumento da percepção sobre a importância do agronegócio na sociedade como um todo;
4 - Reconhecer e difundir boas práticas do marketing no agronegócio.
A partir dos desafios definidos e da proposta de valor estabelecida, foi determinado um plano de ação, com seis dimensões distintas e cada uma delas focando atividades e metas diferentes. São elas: Relacionamento com a Sociedade, Relacionamento com Associados e Prospects, Relacionamento com a Indústria, Estrutura Interna, Conhecimento Específico & Informações e Sustentabilidade.
“Saímos daqui imbuídos em fazer mais e com uma responsabilidade ainda maior. Nosso compromisso agora é fazer com que as coisas debatidas aqui de fato aconteçam. Agradeço a confiança de todos que doaram seu precioso tempo para participar”, afirmou Mauricio Mendes, presidente da ABMR&A e CEO da AGRA FNP.
Além de Maurício, participaram do workshop:
Jacques Paciullo, Vice Presidente da ABMR&A e Diretor Comercial da Rede Globo;
Daniel Baptistella, Diretor Administrativo e Financeiro da ABMR&A e Gerente de Produção e Novos Negócios da Javaes S/A Agropecuária;
Donário Lopes de Almeida – Diretor de Comunicação da ABMR&A e Diretor Geral do Canal Rural;
Evandro Avelino Piccino, Diretor de Pesquisa da ABMR&A e Diretor da Minder Pesquisa e Gestão de Marcas;
Rodrigo de Araújo Rodrigues, Diretor de Marketing da Produção Agrícola e Diretor da AgriFirma;
Jorge Espanha, Diretor de Marketing da Produção Pecuária de Corte e Leite da ABMR&A e Diretor de Operações Brasil - Divisão Saúde Animal dos Laboratórios Pfizer;
Gustavo de Paula Nogueira, Diretor de Expansão da ABMR&A e Gerente Geral de Vendas de Arames Belgo Bekaert Arames;
José Ronaldo Vilela Rezende – Assessoria de Economia da ABMR&A e Sócio e Líder Agribusiness da Price Waterhouse Coopers;
Geraldo Alonso Filho, Presidente do Conselho Consultivo da ABMR&A e Presidente da FGF, Agricultura e Negócios;
Ricardo Krausz, Coordenador do Comitê de Veículos da ABMR&A e Coordenador de Agronegócios da Rede Globo;
Teresa Sanches Ferreira, Coordenadora dos Comitês da ABMR&A e Diretora da Academia Employer;
Marcelo Oréfice, suplente de coordenador do Comitê de Veículos da ABMR&A e Diretor Comercial da Editora Três e
Carlos Alberto da Silva, Coordenador do Comitê de Agências da ABMR&A e Presidente do Grupo Publique.
Para a realização deste workshop, a ABMR&A buscou uma empresa de consultoria com expertise em planejamento estratégico. A escolhida foi a PS - People + Strategy, liderada por João Roncati, que possui em sua carteira de clientes empresas de grande porte como, Syngenta, Pfizer e Bradesco. |
| • Novos Associados 2010 |
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| • Maurício Mendes é o novo presidente |
Mauricio Mendes é o novo presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio (ABMR&A). Na presidência desde 2006, o engenheiro Maurício Sampaio passou o cargo em 1º de janeiro do ano 2010.
Mendes assume para o biênio 2010/2011, depois de atuar como Diretor de Comunicação da entidade.
Mauricio Mendes é engenheiro agrônomo formado pela Esalq/Universidade de São Paulo. Ocupa também a presidência da AgraFNP Consultoria e atua como membro do GCONCI, o Grupo de Consultores em Citros.
A ABMR&A foi fundada em 1979, resultado da união de profissionais engajados em trocar informações, fortalecer e valorizar o Marketing Rural Brasileiro.
Sua diretoria é composta por renomados profissionais de grandes empresas relacionadas ao Agronegócio: veículos de comunicação, empresas do setor de saúde animal, adubos e defensivos, máquinas e implementos agrícolas, agências de publicidades, consultorias, além de pecuaristas e agricultores.
A ABMR&A promove um ambiente estimulante para o intercâmbio de informações e relacionamentos entre os diversos elos da cadeia do agronegócio.
Um dos pontos fortes da Associação é ter em seu Conselho Consultivo profissionais de atuação-destaque no Agronegócio brasileiro. A diretoria do Conselho continuará ocupada pelo brilhante profissional da Publicidade Geraldo Alonso.
Para visualizar a relação de Diretores clique aqui |
ARTIGOS E ENTREVISTAS |
• Demanda por suco cresce, estoque cai e preço sobe
Publicado em 02/03/2010
Veículo: Agência Estado |
O cenário de aumento na demanda e de queda nos estoques do suco de laranja vai pressionar ainda mais os preços da commodity no mercado internacional, de acordo com o presidente da consultoria AgraFNP e membro do Grupo de Consultores de Citros (GCONCI), Maurício Mendes. Em entrevista ao AE Broadcast Ao Vivo, o executivo lembrou que os preços atuais, em US$ 2 mil a tonelada, já são entre 80% e 90% superiores aos do ano passado, mas os valores, mesmo com a retomada no consumo, não atingirão o recorde de US$ 3 mil por t obtido em outubro de 2006.
"Nesse patamar de preços, por volta de US$ 3 mil a tonelada, o consumidor deixa o suco de laranja e passa a consumir outras bebidas, como refrigerantes, por exemplo", disse Mendes. "Acredito que o preço variará de US$ 2 mil a, no máximo, US$ 2,6 mil, US$ 2,7 mil a tonelada", completou o presidente da AgraFNP. Outro fator que deve contribuir para o cenário positivo de preços são as quedas na safra de laranja na Flórida e em São Paulo, duas maiores regiões produtoras da fruta e de suco do planeta.
Mendes citou que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou a safra 2010 na Flórida em 129 milhões de caixas (de 40,8 kg) e que na próxima previsão, divulgada daqui uma semana, o total deve cair para entre 126 milhões e 127 milhões de caixas, a menor dos últimos 20 anos. Já em São Paulo, com influência da podridão floral, que atingiu os pomares no último semestre de 2009, a safra total deve ficar em 300 milhões de caixas, de acordo com o presidente da AgraFNP.
O executivo afirma ainda que um "componente importante" deverá ser verificado na safra de laranja de 2010 em São Paulo: a competição da indústria com o mercado interno pela fruta. "O mercado interno deve gerar uma demanda neste ano, principalmente com o crescimento do poder aquisitivo do consumidor", explicou. O beneficiado, segundo Mendes, será o produtor, pois o preço pago pela fruta deve ter "um aumento substancial" nesta safra.
Por fim, Mendes lamentou novamente a saída do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) das ações de sanidade em São Paulo e disse que o Estado, o qual ficará responsável pelo trabalho a partir de 2010, não está aparelhado para o trabalho de combater o greening, principal praga da citricultura, por não ter cura e nem variedades cítricas resistentes.
Mas o presidente da AgraFNP avalia que, como todas as outras doenças, a pesquisa encontrará uma saída para o combate à doença, seja por meio de novas variedades, seja pelo manejo.
O link do áudio é: http://www2.ae.com.br/broadcast/entrevistas/home.htm?NotCodigo=2336&NotData=2010-03-02&FlgSort=625928020
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• Brazil Orange Growers to Harvest Less Than Expected on Fungus
Publicado em 22/03/2010
Veículo: Bloomberg |
Orange growers in Brazil’s Sao Paulo state, the world’s biggest-producing region, will harvest less than expected in the season that starts in June after trees were struck by a fungal disease, Informa Economics Inc. said.
The state will produce about 300 million 90-pound boxes, compared with a previous forecast of 360 million boxes, after a disease known as Post-Bloom Fruit Drop spread across plantations because of excess rainfall, Mauricio Mendes, chief executive officer of Informa’s Brazilian unit, said today in an interview.
Orange-juice futures may rise to as high as $1.92 per pound over the next 12 months, Mendes said in Sao Paulo. Orange juice for May delivery fell 1 cent, or 0.7 percent, to $1.4455 at 2:21 p.m. in New York today.
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• Safra de laranja de São Paulo pode ser 20% menor este ano
Publicado em 17/02/2010
Veículo: Canal Rural |
A safra de laranja no Estado de São Paulo pode ser até 20% menor este ano. O excesso de chuva, no fim de 2009, comprometeu boa parte da produção. Em muitos locais, pode até faltar fruta para abastecer o mercado. Com menos fruta e maior demanda, analistas do setor esperam que o preço recebido pelos citricultores, que vem se recuperando há pelo menos dois meses, continue subindo ao longo do ano.
As chuvas do último semestre prejudicaram as floradas de setembro e novembro, momento em que a flor dá origem a laranja. Outra dificuldade dos produtores é manter os tratos culturais neste início de ano, já que a chuva continua. Mesmo assim, os analistas garantem que este deve ser um ano de preços melhores, o que pode animar os produtores que estavam desestimulados com a citricultura.
A safra está terminando e os produtores querem aproveitar o momento de valores em alta. O administrador de fazenda Clodoaldo de Souza está vendendo a caixa de laranja de mesa a R$ 17. Em dezembro, recebia R$ 10.
A laranja de mesa, vendida no varejo, foi o produto que registrou o maior aumento de preço nas últimas quatro semanas, segundo o Instituto de Economia Agrícola. A caixa subiu 41,10% em relação às quatro semanas anteriores. O produtor que vende para a indústria também está recebendo mais. Nesse caso, a alta foi de 14,12%.
Segundo o presidente da AgraFNP, Maurício Mendes, a explicação para os aumentos está em uma combinação simples: oferta menor e demanda em alta. A recuperação de preços deve se manter ao longo deste ano.
Publicado no Informativo JAN/FEV da Associtrus
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| • Suco: preço volta a superar os 130 cents em NY |
A primeira quinzena de janeiro foi marcada por altas expressivas nos preços internacionais do suco de laranja, que voltaram a superar os 130 centavos de dólar por libra-peso na bola de Nova York. No mesmo período do ano passado, o produto era negociado na bolsa a 72 centavos de dólar por libra-peso, registrando valorização de cerca de 80% ao longo de 2009. Foi o terceiro ano consecutivo em que a cotação do suco de janeiro superou os valores do primeiro vencimento na bolsa. Em 2007 e 2008, os preços ainda refletiam as conseqüências dos furacões que varreram o estado da Flórida – segundo maior estado produtor mundial de laranja, atrás de São Paulo – em 2004.
A forte alta nos preços do suco se deve à onda de frio que atingiu/atinge a Flórida. As geadas ocorridas nas duas primeiras semanas do mês afetaram a produção pendente e, provavelmente, comprometerão a próxima florada, que virá entre março e abril. As estimativas de quebra da safra atual, porém, são ainda muito incertas: variam de 5% a 30%. Reforçam o movimento de alta os baixos estoques mundiais de suco de laranja.
Em 2008 e boa parte de 2009, o volume estocado era elevado, mas, com as promoções e descontos oferecidos por supermercados dos Estados Unidos e da Europa, os estoques diminuíram. Aliadas a isso, as produções de laranja, tanto de São Paulo como da Flórida se mantiveram em volumes relativamente baixos.
Para se ter uma idéia, na safra 1997/1998 a Flórida produziu 244 milhões de caixas, enquanto em 1998/99 em São Paulo o volume foi de 423 milhões, as maiores safras registradas até então. Já entre 2009 e 2010 as produções nos estados líderes mundiais cairão para 130 e 300 milhões de caixas, respectivamente.
Do lado da demanda, o consumo mundial de suco de laranja concentrado, que em 2003 chegou a 2,7 milhões de toneladas, correspondeu a 2,1 milhões de toneladas em 2008. Isso porque os consumidores vêm dando preferência a outras bebidas, como sucos de outras frutas, chás, águas saborizadas, etc.
Embora o suco a 130 centavos de dólar por libra-peso já tenha significado, no passado, boa remuneração para indústria e produtores, hoje não o é mais. Preços em torno de US$ 6 a caixa, historicamente considerados excelentes, não permitirão margem positivo à maioria dos produtores, devido ao alto custo de produção agrícola atual. A esse custo de matéria prima (US$ 6 a caixa), também a indústria teria baixa margem de ganho.
Margens remuneradoras para esses dois principais elos produtivos só acontecerão se houver altos preços finais. Resta saber quanto a mais os consumidores estarão dispostos a pagar por um bom copo de suco.
Para a citricultura que está aí, baseada em altos custos, elevados riscos sanitários, em que a escala de produção tanto agrícola como industrial é necessária, não serão atrativos preços inferiores ao intervalo de 130 a 140 centavos de dólar, ou entre US$ 1900 e US$ 2000 a tonelada.
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